Em meados do ano passado, todos os debates no mercado financeiro giravam em torno da hipótese de a IA ser uma bolha econômica, dado os bilhões de dólares despejados em infraestrutura de servidores com retornos modestos em SaaS.
Agora, o tom da conversa virou: grandes gestores e family offices começam a precificar o que chamam de "Risco Existencial Prático". Isso inclui a possibilidade de ataques não rastreáveis de phishing de massa, deepfakes gerando quedas na bolsa e biologia sintética barata desenhada por redes.
Essa mudança de mentalidade significa que os investidores não se perguntam mais apenas "isso dá dinheiro?", mas sim "nossos sistemas continuarão sob nosso controle daqui a dois anos?".
